
Quando se fala em terceirizar, esse conceito parece estar mais alinhado com o ambiente e nivel operacional das organizações, seja por fato mercadológico, praticamente falando, seja por preconceito da alta gestão quanto a deixar que consultorias cuidem de setores táticos ou estratégicos.
Trata-se de uma consequência inerente a uma cultura empresarial patriarcal que tem verdadeira aversão a descentralização da gestão, como se isso fosse implicar em perda do controle sobre o seu negócio, quanto na verdade é justamente o oposto!
Preconizando que gerir é, essencialmente pensar, e considerando o tempo como um ativo bastante caro, mais ainda, levando em conta que rotinas não devem ser vistas como processos caducos, repetitivos e enfadonhos, a terceirização de áreas estratégicas permite um olhar analítico sobre estas mesmas áreas, além de trazer um fator crucial de redução de custo operacional na ordem de 33% em média.
Por sua vez, o empreendedor pode parar para gerir, ou seja, pensar o seu modelo de negócio, com a devida concentração! Pode assim gerar inovação, rever quadro organizado, planejamento financeiro, ações de marketing e por sua vez, comerciais, enfim!
A rotina, numa cultura empresarial conservadora, gera na maioria das realidades, miopia na gestão, letargia não tomada de decisão, falta de visão sistêmica, e, como pior impacto, queda da qualidade nos produtos e serviços entregues a demanda. A empresa pode parar no tempo e viver um clima de pressão que poderia ser remediado com um BPO estratégico e responsável!
Por Gustavo Aragao, em 08/09/23 as 10:20
#b.p.o.estratégico #gestão#administraçãodetempo#globalplaning