Clima organizacional e produtividade: guerra ou paz na geração de lucratividade?

“Como se pode prever, esse tópico talvez pareça óbvio: se existe um clima saudável, haverá sempre maior produtividade. Bem, podemos dizer que não é exatamente assim “que a banda toca”!

O conceito precisa ser explorado com mais profundidade, a partir do próprio sentido do que será lucro, até chegar ao que se entende por “bom clima” dentro da organização.

Nem sempre a aparente ausência de conflitos representa saúde em um ambiente de trabalho, isso poderá depender de segmento de mercado, faixas etárias e sinergias geracionais, entre outros pontos, como a própria visão e maturidade do nível estratégico da empresa.

O clima precisa ser o fruto da soma de algumas partes: desde de características profissionais dos colaboradores, as expectativas e frustrações destes, frente às necessidades do setor e a visão dos fundadores/diretores e lideranças em geral da empresa.

Achar essa equação não é simples e demanda uma abordagem sistêmica que passa por uma analise de perfil apurada (que inclui 100% do nível estratégico), associada a uma pesquisa de clima, para geração de um parecer amplo das sinergias e dicotomias do ambiente.

A partir daí surgem planos de ação para nivelar expectativas, tratar frustrações e elaborar um programa de treinamentos e mentorias que propicie resultados importantes no ganho de saúde ocupacional, menos turnover e mais dedicação por parte de todo o grupo.

Quer saber mais? Consulte nosso eixo de trabalho chamado D.O., e irá conhecer a ferramenta Singer, que aplicamos como parte de nosso programa de desenvolvimento orgânico.”

Por Gustavo Aragão em 16/01/24.

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